quinta-feira, 6 de junho de 2013

O que NUNCA se deve fazer


A base de contactos de um assessor de imprensa é o seu principal instrumento de trabalho. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, uma boa base de contactos não é apenas uma lista de nomes, números de telefone ou endereços eletrónicos. Para isso existem as páginas amarelas ou os motores de pesquisa na Internet.
A base de contactos de um assessor de imprensa demora anos a constituir-se. Não se aplica a todas as situações, pois, em muitos casos, a ‘negociação’ deve ser personalizada.

É óbvio que é mais fácil enviar uma nota de imprensa ou comunicado para TODOS os contactos, mas isso não garante sequer a sua divulgação. Há assuntos ou eventos que interessam mais a uns do que a outros. Como tal, o envio deve ser ponderado e seletivo consoante o grau de interesse.
O assessor de imprensa também não pode ser visto como ‘um porreiraço’. Ceder a sua base de dados - nem que seja à professora dos filhos para divulgar a festa de Natal da escola - é um erro. Informação é poder.

Ao ceder o nosso instrumento de trabalho, estamos a dar um sinal que o nosso trabalho se limita a carregar num botão. Ajudar não é dar tudo numa bandeja. Ajudar é dizer o que é preciso fazer.

O trabalho de um assessor de imprensa paga-se. Não é com estas “benesses” que se criam oportunidades de trabalho.

Dulce Salvador

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